Top 10 de dicas para férias felizes

Top 10 de dicas para férias felizes

Com pequenos cuidados podemos oferecer segurança,
carinho e momentos inesquecíveis para as crianças!






Por Dra. Priscila Zanotti Stagliorio

Quem tem crianças em casa sabe como é difícil, às vezes, entretê-las e manter o foco nos cuidados básicos para garantir a saúde e bem-estar delas. Muitas mães se “descabelam” para tentar fazer o impossível e tornar o dia a dia dos filhos especial, isso sem falar nas vovós e outros familiares que se revezam para isto. No entanto, vale lembrar que mesmo estando de férias é importante seguir algumas regras para evitar acidentes, intoxicação alimentar, quedas e ou situações que transforme a alegria em lágrimas. Abaixo listei o top 10 de dicas já falados ao longo dos últimos meses e que nunca saem de “moda”, ou melhor, devem ser praticados sempre.

1)     Saúde em dia:
Recomendamos que os pais mantenham consultas periódicas com os pediatras para manter a saúde em dia das crianças, assim como para que o médico possa acompanhar de perto o desenvolvimento dos pequenos. Para crianças menores de um ano, o ideal é que a consulta seja mensal, depois espace para a cada dois meses até o segundo ano e a partir do terceiro ano, as consultas podem acontecer a cada três ou cinco meses, dependendo do que o médico indicar.  Após os sete anos as consultas podem ocorrer a cada seis meses. E é importante seguir as orientações do médico para manter a criança saudável e disposta para viver a melhor fase de suas vidas. Veja o texto na íntegra no link: http://pediatraonlinedicasdepediatraemae.blogspot.com.br/2016/12/ferias-x-cuidados_13.html

2)     Kit primeiros socorros:
Febre, machucados e mesmo enjoos após uma viagem de carro ou passeio em dias quentes pode ocorrer. Em casa, também, não estamos livres da necessidade de ter um kit de primeiros socorros para usar a qualquer momento. Isso é importante, mas também vale ressaltar que sempre devemos (quando possível) falar com o pediatra da criança para receber orientações sobre como agir em determinadas situações e evitar a ida em pronto-socorro infantil quando não é a melhor solução. Entre os itens indispensáveis estão: termômetro (dê preferência aos modelos usados nas axilas), antitérmico (veja com o médico o mais recomendado para a criança e a dosagem), antissépticos, curativos, algodão e álcool gel. Veja o texto na íntegra no link: http://pediatraonlinedicasdepediatraemae.blogspot.com.br/2016/08/pronto-atendimento.html

3)     Quedas:
A queda e suas intercorrências são um dos principais motivos de atendimento e internação nos hospitais infantis de todo o país. Não existem regras e locais mais propícios aos acidentes, mas vale alertar para alguns que podem parecer seguros e na verdade não são como, por exemplo, criança brincando ou sozinha na cama dos pais, berços e mini camas, beliches, sofás, cadeiras, cadeirões de alimentação e mesa, janelas, escadas e playground. Também, muito cuidado com brinquedos e atividades esportivas de alto impacto, no banho, piscina, mar e nunca deixe as crianças sem supervisão de um adulto, basta um segundo de descuido para acontecer algo. Leia o texto na íntegra no link abaixo:

4)     Engasgo infantil – primeiros socorros:
Todo cuidado é pouco quando pensamos em engasgo, pois a faixa etária de maior incidência e até mesmo de paradas cardiorrespiratórias por aspiração de corpos estranhos (CE) acontece entre 1 e 3 anos de idade, mais em meninos do que em meninas por possuírem uma “natureza mais impulsiva e aventureira”. Porém, não podemos descartar outras faixas etárias, porque os incidentes também acontecem em crianças maiores – seja por alimentos, brinquedos e líquidos. SINTOMAS: A tosse pode ser o primeiro indício de engasgo após a ingestão do corpo estranho (CE), assim como o aparecimento de chiado súbito no peito em crianças que não apresentam casos de alergia. Falta de ar, lábios e unhas arroxeadas e ronquidão também sugerem este quadro. Quando a criança apresenta somente a tosse e expele o objeto que provoca a asfixia, podemos caracterizar como engasgo “mais leve”, do qual não necessita de intervenção física (técnicas de desengasgo), mas é importante levá-la o quanto antes para o atendimento médico adequado. No caso de asfixia total, quando a criança não consegue respirar, tossir, esboçar nenhuma reação, som ou ficar arroxeada é importante intervir imediatamente com técnicas adequadas para desengasgá-la e, após, seguir imediatamente para um pronto atendimento médico. Leia o texto na íntegra no link abaixo: http://pediatraonlinedicasdepediatraemae.blogspot.com.br/2016/10/engasgo-infantil-primeiros-socorros.html

5)     Uso de protetores solares e repelentes de insetos:
Antes de sair comprando o produto da moda ou àquele que a sua amiga, tia ou vizinha usou e achou que funcionou, leve em consideração que cada criança é única e pode apresentar reações alérgicas de algum componente da fórmula do protetor solar e ou do repelente de insetos. O ideal é falar com o pediatra (em consulta presencial) para que você receba orientações sobre os diferentes princípios ativos e dicas de como aplicar. O ideal, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, é usar produtos deste tipo após os seis meses de vida do bebê, assim como expô-lo em viagens para a praia, campo ou locais de muita aglomeração após tomar todas as vacinas do calendário nacional – isso porque a imunidade do bebê ainda este em formação e a criança pode pegar diferentes tipos de vírus e ou bactérias. Leia o texto na íntegra no link: http://pediatraonlinedicasdepediatraemae.blogspot.com.br/2016/12/uso-de-repelentes-infantis-com-chegada.html

6)     Doenças virais:
Quando falamos em viroses, os pais logo se arrepiam ao pensar nas inúmeras possibilidades de doenças e seus sintomas. Entre as mais comuns em crianças estão:
Rotavírus - é uma das principais causas de diarreia grave em bebês (lactantes), crianças e jovens. Conhecido também como gastroenterite, possui sete tipos diferentes, sendo apenas três possíveis de infectar o ser humano. Temido pelos pais, é uma das enfermidades que requerem, de fato, cuidados especiais e imediatos, principalmente por ser de fácil contagio e provoca desidratação rápida - http://pediatraonlinedicasdepediatraemae.blogspot.com.br/2016/07/rotavirus.html  
Meningite – assim como outras doenças virais, o contágio acontece por meio de contato direto de pessoa para pessoa pelas vias respiratórias, compartilhamento de objetos pessoais (copos, talheres, etc.), secreções e gotículas de saliva. Fica encubada entre 2 a 10 dias e pode variar dependendo da causa – bactéria, vírus ou fungos como, por exemplo, Streptococcus pneumoniae (pneumococo), Neisseria meningitidis, Haemophilus influenza, Listeria monocytogenes e existe também a meningite tuberculosa, que se manifesta em até seis meses após a infecção -http://pediatraonlinedicasdepediatraemae.blogspot.com.br/2016/10/meningite-cuidados.html
Síndrome mão-pé-boca – o contágio é de pessoa para pessoa, no compartilhamento de objetos e alimentos que tiveram contato com o vírus. Após a contaminação, a incubação pode variar entre um a sete dias para o início dos sintomas, que duram em média de cinco a sete dias e é mais comum nas crianças porque, em geral, brincam, vão ao banheiro e esquecem de lavar as mãos ou realizam de maneira superficial, mantendo os vírus fecais que são transportados para a boca, olhos, brinquedos e alimentos - http://pediatraonlinedicasdepediatraemae.blogspot.com.br/2016/11/sindrome-mao-pe-boca.html 
Escarlatina – é uma doença de origem da bactéria Estreptococo Beta Hemolítico do grupo A e pode passar de pessoa para pessoa. Os sintomas iniciais podem confundir com quadros virais semelhantes, por exemplo, a de uma gripe comum ou mesmo de uma faringite, com a presença de dores no corpo, garganta, barriga, cabeça, mal-estar, náuseas, vómitos e febre alta (acima de 38,5ºC). O que a diferencia são as erupções cutâneas características, após o período de incubação entre 2 e 5 dias, que iniciam na face, descem para o pescoço e depois se manifestam no tronco (peito e costas), com textura áspera e avermelhada na pele - http://pediatraonlinedicasdepediatraemae.blogspot.com.br/2016/11/escarlatina-cuidados-para-minimizar-os.html
Doença de Bornholm – Mialgia Epidêmica - provoca dores intensas na parte superior do abdômen e do tórax inferior, além da região cervical e do trapézio com início súbito. Febre, dor de garganta, dores intensas nos braços, dorso, coxas e panturrilhas sem causa aparente também foram associadas a doença. A urina também pode apresentar alterações, com cor mais intensa ou escura – neste caso, além da hidratação é importante recorrer ao atendimento médico o mais breve possível para evitar insuficiência renal. A transmissão ocorre por meio fecal-oral e de pessoa para pessoa por meio de gotículas ou objetos contaminados. Manter as mãos e objetos sempre limpos é uma dica recorrente para evitar essa e muitas outras doenças - http://pediatraonlinedicasdepediatraemae.blogspot.com.br/2016/12/saiba-tudo-sobre-doenca-de-bornholm.html

7)     Alimentação:
Opte por oferecer alimentos (sem conservantes) e água ou sucos naturais (sem açúcar) par as crianças. Em dias muito quentes não insista em alimentos pesados ou force a criança a comer. Substitua por refeições mais leves e hidrate bastante a criança para evitar desidratação. Também, vale dizer que férias não é sinônimo de liberdade ou que pode tudo, inclusive na alimentação. Moderação é a palavra correta e, como dica, tente manter a rotina na alimentação dos pequenos e pequenas e não esqueça de oferecer muita água para hidratar, mesmo em dias nublados. Nesta época do ano é comum vermos nos prontos-socorros infantis crianças com viroses, intoxicação alimentar, insolação e acidentes que vão de pequenos tombos à traumas mais graves. O afeto também é um diferencial no momento da refeição para transformá-la em agradável para quem cuida e para quem se alimenta. Leia o texto na íntegra no link: http://pediatraonlinedicasdepediatraemae.blogspot.com.br/2016/08/afeto-e-alimentacao.html

8)     Vestuário, Som e Luzes:
Mesmo com o calor, dependendo de onde você for com as crianças, sempre é bom ter uma malinha extra com roupas para todas as ocasiões climáticas, além do ar condicionado forte que também ser prejudicial para a saúde. Um casaquinho ou blusa de malha nunca é demais carregar na bolsa. Em dias quentes, prefira roupas leves e confortáveis para que as crianças possam correr, brincar e se divertir. Existem roupas e tecidos com filtro u.v.a e u.v.i. Bonés e chapéus também são outra dica legal para evitar o superaquecimento da cabeça da criança. Evite exposição solar entre às 10h e 16h. Quanto a som e luzes, é importante ressaltar que as crianças são mais sensíveis a estes estímulos e forçá-las ou permitir que fiquem em ambientes assim por muito tempo não é saudável e pode traumatizá-las. Como dica, procure sempre por locais adequados para crianças, com segurança e itens apropriados para cada faixa etária.

9)     Cuidado com afogamentos e espaços para as crianças:
Garantir segurança nos espaços (públicos ou privados) para evitar acidentes é outro tópico importante para a saúde das crianças, ainda mais se pensarmos que é comum vê-las correrem, gritarem e se expressarem com o corpo. O perigo está no contexto, pois muitas delas ainda não dominam o equilíbrio, aguentam pesos e ou não possuem discernimento sobre o que pode ou não pode. Redobre a atenção com piscinas e baldes (com água ou gelo) para evitar afogamento. Panelas, churrasqueiras e afins devem ser mantidos longe do alcance dos pequenos, assim como os espaços devem ser apropriados para recebê-las e garantir o máximo de segurança para todos. Leia o texto na íntegra no link: http://pediatraonlinedicasdepediatraemae.blogspot.com.br/2016/09/saiba-como-identificar-e-evitar.html

10)  Cuidados com a dengue:
Estamos na estação mais quente do ano, com probabilidade de chuvas e proliferação do mosquito da dengue que só no ano passado atingiu o recorde de 1,6 milhões de casos no Brasil, sem falar nas outras doenças transmitidas pelo Aëdes aegypti como o zika vírus, a febre amarela e a chikungunya. Para evitar esses males, verificar locais de possível criadouro, evitar o acumulo de água parada e vacinar as crianças pode ser uma boa dica para minimizar as chances de contágio. Usar repelentes adequados e indicados pelos pediatras é outra saída interessante, mas para quem não pode, por exemplo, o uso do mosqueteiro ou de telas nas janelas já diminui um pouco as chances do mosquito atacar. Saiba mais no texto: http://pediatraonlinedicasdepediatraemae.blogspot.com.br/2016/09/vacina-contra-dengue.html

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Sobre Dra. Priscila Zanotti Stagliorio
É médica pediatra há mais de dez anos, atua na zona norte de São Paulo, em consultório particular, no Pronto Socorro do Hospital São Camilo – unidade Santana, e na rede Dr. Consulta – unidades Tucuruvi e Santana. Em seu currículo possui diversas participações em congressos, cursos de especialização e atuações em prontos socorros, clinicas e ambulatórios médicos da grande São Paulo – Capital. Oferece curso personalizado para gestantes e mamães com recém-nascidos, com o objetivo de ajudá-las na mais importante missão de suas vidas: ser mãe. Para solicitar informações sobre os cursos escreva para:  priscilazs@yahoo.com.br / dicasdepediatraemae@gmail.com / contato@jcgcomunicacao.com - coloque no assunto a informação que deseja saber e ou solicitar. O consultório está localizado na Av. Leôncio de Magalhães, 395, Santana- SP / 11- 2977-8697.


Colaboração textual:
Agência Informação Escrita / Agência JCG Comunicação e MKT
Jornalista Carina Gonçalves – MTB 48326

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